
Obra foi lançada no dia 10 de julho de 2026, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).












Obra foi lançada no dia 10 de julho de 2026, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Ferramenta desenvolvida pela SEPLAN reúne indicadores estratégicos e fortalece a gestão baseada em evidências no estado

Obra será lançada no dia 10 de julho, às 19h, no Auditório da OAB Amapá

Representantes do projeto participaram do Seminário Temático Estadual “Meu Parceiro, Meu Brasil, Nosso IBGE”, realizado em Macapá

O Projeto PETROFOZ realizou, no dia 10 de junho de 2026, o seu 1º Seminário de Integração, reunindo pesquisadores, docentes, técnicos...

A pesca constitui uma das atividades econômicas mais relevantes do extremo norte do Amapá, desempenhando papel fundamental na geração de renda...

Há momentos em que um território deixa de ser margem e passa a ser centro da história. Este livro nasce desse limiar...

O Projeto PETROFOZ realizou, no dia 26 de maio de 2026, o Workshop APL – PETROFOZ...

As atividades são voltadas ao acompanhamento da cadeia produtiva do cacau e do cupuaçu.

Pesquisadores avaliam impactos da doença sobre a produção agrícola regional.

A Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) sediou, nos dias 5 e 6 de março de 2026.
Consiste na sistematização e análise crítica da produção técnico-científica e dos instrumentos de planejamento recentemente elaborados para o estado do Amapá. Esse indicador consiste na consolidação de documentos estratégicos, como planos, atlas e estudos regionais, que orientam o desenvolvimento territorial.
Este indicador analisa como as transformações demográficas moldam o desenvolvimento local no estado do Amapá, utilizando dados do IBGE, projeções populacionais e estudos espaciais para compreender padrões de crescimento, mobilidade e ocupação territorial.
Os Arranjos Produtivos Locais (APL) constituem um dos eixos estruturantes das análises desenvolvidas no âmbito do projeto. Ao eleger as cadeias produtivas da mandioca, cacau, açaí, cupuaçu, pesca e pecuária, o estudo parte do reconhecimento de que a base produtiva do Amapá não se organiza de forma plenamente integrada ao sistema econômico do estado.
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